terça-feira, 30 de abril de 2013

Afinal, o que é Felicidade?!

FELICIDADE

 
O QUE É FELICIDADE? VOCÊ SABE? QUASE NINGUÉM SABE DIZER O QUE É FELICIDADE, ENTÃO, COMO PODEMOS AFIRMAR SENTIRMOS ISSO?
 
BOM, EU ACHO QUE FELICIDADE SEJA FAMÍLIA, MAS FAMÍLIA NÃO É SÓ ISSO, ELA PODE DAR TRISTEZA, AMOR, PAZ,ETC...
ENTÃO, NÃO EXATAMENTE FAMÍLIA É FELICIDADE.
 
ALGUNS QUE ACREDITAM EM DEUS DIZEM QUE ELE É FELICIDADE, MAS, E OS QUE NÃO ACREDITAM?
OUTROS DIZEM QUE É A ESCOLA, MAS, MUITOS NÃO GOSTAM, OUTROS TAMBÉM DIZEM QUE SÃO OS AMIGOS, MAS AMIGOS PODEM NOS TRAIR.
 
MUITOS DIZEM FÉ, MAS, MUITOS NÃO SABEM O QUE É.
 
AFINAL, O QUE É FELICIDADE???
 
 

TEXTO ELABORADO PELA ESTUDANTE LUANA S.N. DO 6°ANO 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Soberana Palavra

 


Palavras não compreendem esta hora
se faz poesia ou prosa

 
pra vida transcender a dor
e não limitar o amor

 
Se é música ou poesia
diferença não faz, é vida

 
Que tens nomes e apelidos
hoje são variados

 
nesse misto de variações
não depende dos corações

 
e também não é um cálculo exato,
exatidão deixa complicado

 
Para ficar a vontade
fico com a Saudade

 
soberana palavra
que me inspira
para te esperar
 
 
 
Manoel Paiva

Te Encontro

Tempo de encontro que faz o

hoje ser mistério do Eterno em nós

União e cumplicidade que renova a alma

atualizando o nosso interior a cada diálogo

Nascendo em nós a chama da vida, esta que

alimenta a esperança de um feliz encontro

 
 
Manoel Paiva

Noite de Novembro

Noite de Novembro


Se me convence

Se me revela

Se me traz

Se me leva

Me convences que tenho jeito

Me revelas quem sou

Me trazes de volta para o novo

Me levas pra perto de ti.


Manoel Paiva


O Tempo e o Espaço

O Tempo e o Espaço

 
Que distância separa?
Que tipo de distância?
Indago o tempo, afim de respostas
Indago o espaço, mas, ele se abstrai
Aproximo do tempo e recordo de sua
capacidade de ser eterno e concreto
Me situo neste espaço com a fé de nos
aproximarmos rompendo os limites da abstração
O tempo e o espaço assumem, portanto, o seu papel
quando cremos que olhar com outro olhar, faz toda diferença
este, talvez rompa com o tempo e aproxime o espaço, no qual,
toda resistência seja para ficarmos
no mesmo tempo e no mesmo espaço
Desconfio do óbvio e das certeza absolutas,
essas, nos tiram o sono e não nos deixam viver, logo,
creio na construção pela força do espírito
creio na força do homem
que transcende as verdades absolutas
caminhando por estradas
jamais por ele percorridas.
 
Manoel Paiva

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

CÂMARA DE VEREADORES - DÚVIDAS FREQUENTES!

CÂMARA DE VEREADORES - TAUBATÉ/SP

 

No município, o Poder Legislativo é exercido pela Câmara Municipal, que no caso da cidade de Taubaté, por força da Constituição Federal, Estadual e da Lei Orgânica do Município, é composta de 19 vereadores eleitos dentre os cidadãos maiores de 18 anos e no exercício dos direitos políticos.
O Plenário da Câmara Municipal, composto exclusivamente de vereadores, é o órgão máximo do Poder Legislativo Municipal, que conta também com as Comissões Permanentes. Estes colegiados, de caráter técnico-legislativo, analisam as proposituras em seus aspectos jurídicos e de mérito, antes da matéria ser encaminhada para votação em Plenário.
Cabe à Câmara, com sanção do prefeito, dispor sobre as matérias de competência do Município, especialmente assuntos de interesse local; matéria tributária, decretação e arrecadação dos tributos de sua competência; discussão e aprovação do Plano Diretor da Cidade, que estabelece as diretrizes do crescimento urbano; discussão e aprovação do orçamento anual e da Lei de Diretriz Orçamentária que planeja onde e como aplicar o orçamento do município; sobre a dívida pública municipal; fiscalização das atividades comerciais, industriais e de serviços na cidade; vigilância sanitária; criação de cargos públicos e fixação dos respectivos vencimentos; bens do domínio do Município; regime jurídico dos agentes públicos municipais; polícia administrativa; zona urbana, urbanizável ou de expansão urbana, entre outras matérias.

QUAIS AS FUNÇÕES DO VEREADOR?

O vereador, de maneira geral, é o representante do povo. No exercício desta função, o vereador é o fiscal dos atos do prefeito na administração dos recursos do município expressos no orçamento. O vereador também faz as leis que estão dentro de sua competência, e analisa e aprova as leis que são de competência da prefeitura, do Executivo. Em resumo, o vereador recebe o povo, atende as suas reivindicações e é o mediador entre o povo e o prefeito.

COMO É QUE UM VEREADOR FAZ AS LEIS?

Através de sua assessoria, o vereador elabora e redige os projetos, apresentando-os, em seguida, em Plenário. Este projeto é declarado objeto de deliberação pelo presidente e manda abrir o processo. Em seguida, o projeto vai para as diversas comissões da Câmara e passa por duas votações. Depois disso, o projeto aprovado vai para o prefeito que pode sancioná-lo ou vetá-lo, ou nem um nem outro.

O QUE É A MESA DIRETORA DA CÂMARA?

A Mesa Diretora da Câmara, como diz o próprio nome, é o órgão de direção do Legislativo. A Mesa Diretora é quem preside as reuniões e sessões do Legislativo e tem diversas atribuições específicas no Regimento Interno da Casa. Regimento Interno é a resolução que regula as funções do vereador, seus direitos e deveres, o processo legislativo, o modo de ser das reuniões e as penalidades ao vereador.

O QUE É TRIBUNA LIVRE?

A Tribuna Livre é a oportunidade que a Câmara oferece aos cidadãos e cidadãs de se manifestarem em Plenário. Qualquer cidadão pode utilizar-se da Tribuna da Câmara para fazer a defesa ou manifestação sobre assuntos que não ofendam a moral e os bons costumes e nem atentem contra os poderes constituídos. O uso da Tribuna Livre obedece a uma série de regras fixadas, inclusive um tempo e tema pré-determinados junto à Mesa Diretora da Câmara.

O QUE É UMA COMISSÃO PERMANENTE?

As Comissões Permanentes analisam os projetos de lei ou resolução, emitindo pareceres. Entre as Comissões Permanentes destacam-se:

Justiça e Redação
Ver. Rodrigo Luis Silva, presidente
Ver. João Marcos Pereira Vidal, secretário
Ver. José Adalcio Nunes Coelho, membro

Finanças e Orçamento
Ver. Jeferson Campos, presidente
Ver. Luiz Gonzaga Soares, secretário
Ver. Joffre Neto, membro

Obras, Serviços Públicos, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente
Ver. Noilton Silvestre Ramos, presidente
Ver. José Adalcio Nunes Coelho, secretário
Ver. José Antonio de Angelis, membro

Educação, Cultura e Turismo
Verª. Pollyana Fátima Gama Santos, presidente
Ver. Alexandre Villela Silva, secretário
Verª. Vera Lúcia Santos Saba, membro

Esporte e Lazer
Ver. Luiz Henrique Couto de Abreu, Presidente
Ver. Ver. Rodrigo Luis Silva, Secretário
Ver. Paulo de Tarso Cardoso

Saúde, Trabalho, Seguridade Social e Servidor Público
Ver. José Antonio de Angelis, presidente
Ver. Alexandre Villela Silva, secretário
Verª. Maria Gorete Santos de Toledo, membro

Direitos Humanos
Ver. Alexandre Villela Silva, presidente
Ver. João Marcos Pereira Vidal, secretário
Ver. José Adalcio Nunes Coelho, membro

Especial de Fiscalização Financeira e Orçamentária
Ver. Luiz Gonzaga Soares, presidente
Ver. Noilton Silvestre Ramos, secretário
Verª. Vera Lúcia Santos Saba, membro
Ver. Joffre Neto, membro
Ver. José Adalcio Nunes Coelho, membro

AS SESSÕES DA CÂMARA SÃO PÚBLICAS?

São públicas e o povo tem todo o direito de comparecer e assistir aos trabalhos dos vereadores em plenário. Afinal , o povo que elegeu os vereadores tem todo o direito de acompanhar o trabalho de seus representantes escolhidos para governar a cidade. Se o povo acompanhasse de perto a todas as sessões, seria um belo exemplo de participação popular. A Câmara Municipal de Taubaté tem a vantagem de possuir um sistema de transmissão de TV e Internet, que permite ao cidadão acompanhar em sua casa o trabalho dos vereadores ao vivo e em reprises das sessões.

O QUE É A LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO?

Lei Orgânica é uma espécie de Constituição Municipal, criada com regras de comportamento para a população da cidade. A Lei Orgânica não pode contrariar as constituições Federal e Estadual e nem as leis federais e municipais. Antigamente, havia uma só constituição para todos os municípios, mas, atualmente, cada município, de acordo com suas necessidade e peculiaridades, tem autonomia para criar a sua própria Lei Orgânica. O prefeito é quem se encarrega de fazer cumprir a Lei Orgânica, sempre observada e fiscalizada pela Câmara de Vereadores.

O VEREADOR TEM OBRIGAÇÃO DE ATENDER FORA DO HORÁRIO DA CÂMARA?

A rigor, o vereador não tem obrigação de atender fora do seu horário de trabalho em Plenário. Isso pode ocorrer em circunstâncias especiais. Porém, o vereador, como agente político, sozinho ou acompanhado de seus assessores, pode e deve fazer o atendimento aos seus eleitores nos bairros, vilas e centro da cidade. O vereador, também, não é obrigado a ficar o tempo todo em seu gabinete como pensam muitas pessoas. Nem os seus assessores. Constitucionalmente o trabalho de um vereador e de seus assessores não se limita apenas ao Plenário ou ao prédio da Câmara.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Ernst Bloch - Antropologia da Esperança

Antropologia da Esperança

 
 
A antropologia da esperança exige necessariamente uma ontologia do mundo aberto ao futuro e à história: a esperança humana encontra-se fundada nas infinitas possibilidades abertas do processo cósmico. Sem estas possibilidades reais, a esperança seria um absurdo, porque, segundo Kierkegaard, a esperança é precisamente a "paixão pelo possível". Bloch valoriza muito mais o conceito de possibilidade do que o conceito de realidade: a realidade mais não é do que a realização da possibilidade. Por isso, Bloch elaborou uma ontologia do que ainda-não-é mas que é possível ou susceptível de vir a ser. Ao sentido de realidade do homem corresponde logicamente o sentido de possibilidade. O mundo em que vivemos e esperamos não é um edifício acabado e concluído, mas uma combinação de realidades e de possibilidades, isto é, um processo aberto. Não é um sistema de estruturas eternamente repetíveis e reproduzíveis, mas uma história aberta, onde acontecem e podem ser realizadas coisas novas. O mundo é, segundo a expressão feliz de Bloch, um laboratorium possibilis salutis: não é um céu da perfeição nem um inferno do aniquilamento, mas simplesmente uma terra imperfeita, cujas possibilidades estão abertas ao bem e ao mal. Isto significa que o futuro do mundo pode ser ou a morte do universo e o nada ou a pátria da identidade.
Para Bloch, a finalidade da filosofia é a transformação do mundo. Graças à possibilidade real e dialética, os sonhos utópicos, que são diurnos, acordados e contagiosos, não degeneram em ilusões ocas, mas ajudam a conservar o otimismo militante. Este otimismo está fundado sobre a utopia concreta, que o liberta do quietismo e lhe atribui o seu próprio lugar à frente do processo do mundo, onde se produz o novum. A produção da frente e do novum ao longo da história humana desemboca numa nova realidade que capta uma terceira categoria: ultimum. O ultimum deverá ser a pátria da identidade. Assim, a utopia concreta constitui "o ponto de interseção entre o sonho e a vida, sem o qual o sonho seria mera utopia abstrata e a vida pura trivialidade". A utopia concreta faz da esperança subjetiva uma esperança comunitária, uma docta spes, uma esperança esclarecida, que critica o mundo existente, com a sua capacidade de se erguer por cima do imediato e do fático e inventar novos possíveis a partir da "obscuridade do momento vivido". A utopia concreta visa eliminar a miséria humana e o direito natural visa suprimir a humilhação do homem. Segundo Marx, o imperativo categórico é "subverter todas as condições em que o homem é um ser humilhado, escravizado, abandonado e desvalorizado".